Home › Video and Online Games › While Skepticism About A Creator Is Broad, It Is Justifiable?
Você com certeza conhece exemplos de ‘fatos científicos’ do passado que, com o tempo, revelaram-se totalmente errados. Conceitos como ‘a Terra é plana’ e ‘o Universo inteiro gira ao redor do nosso globo’ prevaleceram por séculos, mas o nosso conhecimento hoje é maior.
Que dizer de conceitos científicos um pouco mais recentes? Por exemplo, o filósofo David Hume, do século 18 — que não aceitava um Criador — não sabia como explicar o complexo design biológico existente na Terra. A teoria de Darwin tentava explicar como as formas de vida se desenvolveram, mas não explicou como a vida começou, ou que sentido ela tem para nós.
Assim, muitos cientistas e leigos acham que está faltando alguma coisa. As teorias científicas talvez tentem explicar como a vida começou. Mas as questões-chave giram em torno de por que começou. Isso afeta até mesmo pessoas criadas num meio em que se acredita num Criador. Disse certa jovem européia, estudante de História: “Para mim, Deus está morto. Se realmente existisse, não haveria tanta baderna no mundo: inocentes passando fome, espécies de animais em extinção . . . A idéia de um Criador é absurda.” Em vista das condições na Terra, muitos não conseguem entender por que um Criador — caso exista — não as melhora.
No entanto, temos de admitir que muitos negam a existência de um Criador porque não desejam crer. “Mesmo que Deus me dissesse pessoalmente que preciso mudar a minha vida”, disse um industrial europeu ao seu empregado, “ainda assim, eu não mudaria. Quero viver do jeito que eu gosto”. É óbvio que alguns acham que aceitar a autoridade de um Criador conflitaria com a sua liberdade ou com o estilo de vida que preferem. Talvez proclamem: ‘Só creio no que vejo, e não vejo nenhum Criador invisível!’
À parte de por que certas pessoas ‘dispensam um Criador’, as perguntas a respeito da vida e seu sentido ainda persistem. Um dia depois da descida do homem na Lua, o teólogo Karl Barth disse, quando lhe perguntaram o que ele achava desse triunfo tecnológico: “Isso não resolve nenhum dos problemas que me tiram o sono.” Hoje o homem voa no espaço e avança a passos largos no “ciberespaço”. Ainda assim, pessoas refletivas vêem a necessidade de ter um objetivo, algo que lhes dê sentido à vida.
O livro Belief in God and Intellectual Honesty (A Crença em Deus e a Honestidade Intelectual) observa que a pessoa de “honestidade intelectual” caracteriza-se pela “prontidão de escrutinar o que acredita ser verdadeiro” e por “prestar suficiente atenção a outras evidências disponíveis”.
No assunto em pauta, essas “evidências disponíveis” podem ajudar-nos a ver se existe, ou não, um Criador da vida e do Universo.
-Anonymous
Que dizer de conceitos científicos um pouco mais recentes? Por exemplo, o filósofo David Hume, do século 18 — que não aceitava um Criador — não sabia como explicar o complexo design biológico existente na Terra. A teoria de Darwin tentava explicar como as formas de vida se desenvolveram, mas não explicou como a vida começou, ou que sentido ela tem para nós.
Assim, muitos cientistas e leigos acham que está faltando alguma coisa. As teorias científicas talvez tentem explicar como a vida começou. Mas as questões-chave giram em torno de por que começou. Isso afeta até mesmo pessoas criadas num meio em que se acredita num Criador. Disse certa jovem européia, estudante de História: “Para mim, Deus está morto. Se realmente existisse, não haveria tanta baderna no mundo: inocentes passando fome, espécies de animais em extinção . . . A idéia de um Criador é absurda.” Em vista das condições na Terra, muitos não conseguem entender por que um Criador — caso exista — não as melhora.
No entanto, temos de admitir que muitos negam a existência de um Criador porque não desejam crer. “Mesmo que Deus me dissesse pessoalmente que preciso mudar a minha vida”, disse um industrial europeu ao seu empregado, “ainda assim, eu não mudaria. Quero viver do jeito que eu gosto”. É óbvio que alguns acham que aceitar a autoridade de um Criador conflitaria com a sua liberdade ou com o estilo de vida que preferem. Talvez proclamem: ‘Só creio no que vejo, e não vejo nenhum Criador invisível!’
À parte de por que certas pessoas ‘dispensam um Criador’, as perguntas a respeito da vida e seu sentido ainda persistem. Um dia depois da descida do homem na Lua, o teólogo Karl Barth disse, quando lhe perguntaram o que ele achava desse triunfo tecnológico: “Isso não resolve nenhum dos problemas que me tiram o sono.” Hoje o homem voa no espaço e avança a passos largos no “ciberespaço”. Ainda assim, pessoas refletivas vêem a necessidade de ter um objetivo, algo que lhes dê sentido à vida.
O livro Belief in God and Intellectual Honesty (A Crença em Deus e a Honestidade Intelectual) observa que a pessoa de “honestidade intelectual” caracteriza-se pela “prontidão de escrutinar o que acredita ser verdadeiro” e por “prestar suficiente atenção a outras evidências disponíveis”.
No assunto em pauta, essas “evidências disponíveis” podem ajudar-nos a ver se existe, ou não, um Criador da vida e do Universo.
Humm..meu caro..o homem divaga..seja cientista ou religioso...quem sabe se o homem não fora 'feito para divagar'...Hummm..eu acredito que nós não sabemos de nadica de nadica por enqanto...
-Anonymous
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